Cresce a procura por detetives particulares
Por Christiane Faria
Cada
vez mais cresce a procura por detetives particulares e os motivos são os mais
diversos possíveis como traições, roubos, espionagem e contra-espionagem,
investigação de paternidade, entre outros. A profissão de detetive se resume na
pessoa que busca a verdade das coisas sob qualquer circunstância.
Para poder ser um detetive particular, é preciso ter no mínimo 18 anos, estar em
dia com as obrigações de cidadão, ter sua ficha corrida limpa. Não é preciso ter
grau de escolaridade, pois o curso enquadra-se como Curso Livre Básico
Profissionalizante. A pessoa tem que ser no mínimo alfabetizada, pois a prova é
totalmente subjetiva, exigindo redação.
Juliana Belém, 23, que trabalha na Central Única Federal de Detetives do Brasil,
fala que, na sua profissão, por ser mulher existe algum preconceito. “Vejo muito
homem torcer o nariz quando me imponho. É um universo totalmente masculinizado.
No entanto, as mulheres estão entrando e se fixando neste mundo, e sinceramente
estão dando um banho em muitos detetives já experientes”.
Lima afirma que os casos conjugais ocupam 70% da procura, mas não existe um
padrão. Há alguns meses em que a procura maior é por homens e outros por
mulheres. Para solucionarmos os casos, oferecemos aos clientes filmagens
ocultas, segurança de rede, decodificação de conversas telefônicas, dentre
outros. “Sou especialista em localização de pessoas, e isso definitivamente é o
que mais gosto de solucionar.
Enfim, existem aspectos positivos e negativos como em toda profissão. Os bons
são os profissionais de alguma forma poder ajudar alguém, e os ruins são quando
o detetive perde sua tranqüilidade, pois o perigo é muito grande.
Fonte: UNISANTA