Ao telefone, dois podem ser três

Brasil

Ao telefone, dois podem ser três
Autor: Lívio di Araújo

O Grampo telefônico é interceptação de uma conversa entre duas pessoas sem que elas saibam que estão sendo ouvidas por uma terceira pessoa. Segundo a detetive particular Juliana Belém, da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, existem muitas formas de realizar um grampo. Da mais simples, como a extensão telefônica que muitos possuem em casa até aparelhos de alta tecnologia, todas as formas de escuta de conversas são considerados grampos. “Hoje, temos transmissores que são do tamanho de um isqueiro borracha. Com isso, uma pessoa pode gravar uma conversa que será transmitida à uma campana há três quilômetros de distância, por exemplo”, explica a detetive.
No casos de grampos em celulares, Juliana afirma que o processo é o mesmo dos fixos. “A diferença é que no móvel é preciso clonar o número”, conta. Muitas empresas oferecem estes serviços livremente nos jornais e na Internet, mesmo sabendo que a prática não é legal se não for autorizado pela justiça.

 
 
 
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